quarta-feira, março 21, 2007

A obra de arte

Deixar de criar é assassinar o amor, já que amar é uma invenção constante do prazer a dois.
Não interferir, modificar ou agredir o meio é perecer em inércia, pois o fito da vida do homem não pode deixar de ser o conhecimento e transformação do seu universo.
Ter medo da agressão é ter medo do amor; são parceiros inseparáveis. Obstáculos à expansão do espírito humano existirão sempre, e não se derrubam barreiras contemplando-as em êxtase. Amar é frémito e movimento, não se faz amor em relaxação, o relaxamento decorre do amor já feito.

Coimbra de Matos